Festival “Mais Ciência, Por Favor!” – Campus Poços de Caldas

No dia 4 de outubro, sábado, o Ciência, coisa de menina participou do festival “Mais Ciência, Por Favor!”, realizado na Universidade Federal de Alfenas – Campus Poços de Caldas. O evento teve como objetivo promover a divulgação científica e aproximar a comunidade da universidade e das áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Durante o festival, o Ciência, coisa de menina organizou atividades interativas para despertar a curiosidade e o interesse pelo universo científico, além de estimular a reflexão sobre a participação feminina na ciência. Entre as atrações, houve o jogo da memória com cientistas, em que os participantes relacionavam cada cientista aos seus grandes feitos, conhecendo histórias inspiradoras. Outro destaque foi o percurso “Seja uma Cientista ao longo da vida”, um tabuleiro em tamanho real no chão (lona), onde meninas e meninos avançavam casas com o lançamento de um dado e vivenciavam de forma lúdica os desafios enfrentados por mulheres na carreira científica e a disparidade de gênero na área. Também houve a oficina de massinha, que fez sucesso entre as crianças, permitindo que explorassem a criatividade.

A participação no festival foi uma oportunidade de aproximar ciência e comunidade de forma divertida, inclusiva e inspiradora.

Palestra: A atuação da Química diante das Emergências Climáticas

Na IV Semana de Química do IFBA – Campus Salvador, recebemos Kananda Eller, química formada pela UFBA, mestra em Ensino de Ciências Ambientais pela USP e criadora do projeto Deusa Cientista, referência nacional em divulgação científica nas redes sociais. (@deusacientista no Instagram)

 

Kananda uniu seu conhecimento em Química com sua vivência em educação ambiental e comunicação científica, apresentando reflexões sobre resíduos sólidos, sustentabilidade e a valorização de catadores e catadoras – temas importantes e diretamente relacionados aos desafios das mudanças climáticas.

 

Sua palestra destacou a importância de aproximar o conhecimento acadêmico das realidades vividas por populações vulneráveis, que são as primeiras a sentir os efeitos das emergências climáticas.

 

A palestra foi mais do que uma fala científica — foi um convite à reflexão sobre o papel transformador da Química e da ciência na construção de um futuro mais justo e sustentável. Sua trajetória e dedicação inspiram estudantes e comunidade acadêmica a enxergar a ciência como uma ferramenta de mudança social e ambiental.

Confecção de Perfumes

No dia 16 de julho, o projeto Ciência, Coisa de Menina realizou em Tramandaí – RS a oficina Química dos Aromas, uma experiência única que uniu ciência, criatividade e sensibilidade.

O objetivo da atividade foi aproximar as meninas do universo da Química por meio da confecção artesanal de perfumes, explorando conceitos como misturas, volatilidade, solubilidade e as diferentes notas olfativas que compõem uma fragrância (topo, coração e fundo).

Durante a oficina, as participantes conheceram os principais materiais utilizados na formulação de perfumes – como solvente, fixador e essências – e, seguindo orientações de boas práticas, puderam elaborar suas próprias fragrâncias personalizadas.

O resultado foi uma experiência divertida e enriquecedora, em que as meninas não apenas aprenderam sobre ciência de forma prática e interdisciplinar, mas também vivenciaram o prazer de criar algo que conecta conhecimento, arte e sentidos.

O Desafio das Latas Seladas

No dia 6 de junho, em Florianópolis – SC, o projeto Ciência, coisa de menina promoveu a Oficina de Metodologia Científica com a atividade “O desafio das latas seladas”. A proposta envolveu um grupo de alunas do ensino médio em uma experiência instigante, que despertou a curiosidade desde o início.

As estudantes foram divididas em equipes e receberam 10 latas misteriosas, cada uma contendo um objeto diferente. Sem poder abri-las, precisaram explorar estratégias de observação — analisando peso, sons e a forma como o objeto se movia dentro do recipiente — para formular hipóteses sobre o que poderia estar escondido ali.

Durante a atividade, as alunas compartilharam ideias, testaram possibilidades e construíram explicações coletivas, vivenciando de maneira prática e divertida as etapas do método científico. A oficina reforçou a importância da curiosidade, do pensamento crítico e do trabalho colaborativo na construção do conhecimento.

O encontro em Florianópolis mostrou que a ciência pode ser aprendida de forma leve, lúdica e envolvente, inspirando as meninas a enxergar o método científico não apenas como uma teoria, mas como uma ferramenta para explorar o mundo.